Mostrando postagens com marcador Infinito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infinito. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de março de 2009

∞


Respirar a natureza do mundo em sentidos plenos e permitir que a vida siga com uma leveza pueril. Contemplar os movimentos em espiral que se formam. Adormecer o impetuoso animal. Dormir com as portas do espírito abertas e sorrir mais vezes para o próprio íntimo. Elevar a humanidade e tornar humilde a pequena divindade que às vezes grita. Outras, não.

Contemplar a vida e admirar a sua enigmática face. Perguntar à alma e ouvir sua resposta. Suavizar-se. E deixar que a Arte murmure esse estranho círculo cartático e independente de engrenagens que rangem a profusão do sentir.

Ir de encontro ao Existencialismo bárbaro e deprimente das metrópoles. À anestesia indecente. À apatia virulenta.

Mas ainda sim, harmonizar-se. E exalar essa estranha calma. Transgredir. Transcender. Evoluir. E carregar dentro do pequeno corpo a extensão do Universo.